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Quais ações de elétricas podem ganhar com novas diretrizes para leilão de capacidade?

Leilão de Capacidade de Energia busca fortalecer sistema elétrico brasileiro com a previsão de projetos a gás, carvão e hidrelétricos. Especialistas do setor destacam potencial de valorização para empresas como Eneva e Copel.

Ministério de Minas e Energia (MME) lançou consulta pública para o próximo Leilão de Capacidade de Energia.

O primeiro leilão, focado em projetos a gás, carvão e hidrelétricas, ocorrerá em 13 de março de 2026. O segundo será para usinas a óleo em 20 de março de 2026.

As novas regras visam aumentar a flexibilidade do sistema elétrico brasileiro, com competição separada entre as fontes.

O Bank of America (BofA) estima demanda superior a 20 GW em contratos até 2030. A Eneva (ENEV3) poderá renovar 30% da sua capacidade e novos projetos, como a usina Celse 2 (1,3 GW), agregarão valor.

Embora a competitividade da Eneva seja impactada pela divisão entre projetos on-grid e off-grid, a alta demanda e o baixo custo de novos projetos sustentam um cenário positivo.

Mesmo com valorização recente de 4,5%, o valuation da Eneva permanece otimista, aguardando diretrizes finais do leilão.

A Copel (CPLE6) é vista como líder no segmento hidrelétrico, seguida por Eletrobras (ELET3; ELET6), Engie Brasil (EGIE3) e Auren (AURE3).

O Banco Santander prevê um impacto transformacional para a Eneva, com perspectivas de valorização de 11,8% no valor presente líquido dos ativos existentes e 13,7% ao considerar projetos competidores.

O custo nivelado de capacidade (LCOC) de novos projetos a gás é detalhado para avaliar a viabilidade econômica. O retorno-alvo é de dois dígitos, com custos projetados e parâmetros de medição definidos.

Apesar do otimismo, o Santander destaca que a demanda será crucial para determinar os retornos. O MME sugere uma probabilidade de déficit de 5%, podendo levar a uma demanda total entre 12 GW e 15 GW.

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