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Quanto custa e como entrar nos clubes de lazer mais tradicionais de São Paulo?

Os clubes tradicionais de São Paulo oferecem muito mais que esportes; são espaços exclusivos de pertencimento e identidade social. Com processos rigorosos de admissão e altas taxas, esses ambientes atraem uma elite que busca discrição e conexão.

Clubes Tradicionais de São Paulo reúnem membros de elite, incluindo empresários e herdeiros, com práticas exclusivas que requerem indicação, tempo e pedigree.

O Clube Paineiras do Morumby, fundado em 1960, é um “oásis” na zona sul de São Paulo, com aproxima-damente 26 mil associados. A adesão é restrita a filhos e ex-cônjuges de sócios.

  • Infraestrutura: 11 quadras de areia, 16 de tênis, 10 piscinas e muito mais.
  • Transferência de títulos: R$ 300 mil a prazo ou R$ 270 mil à vista.
  • Mensalidade: R$ 1.304 para casais e filhos menores de 12 anos.

O Clube Sírio, fundado em 1917, possui 40 espaços esportivos e uma forte programação cultural, mantendo um caráter comunitário. A mensalidade familiar é de R$ 1,5 mil, e o preço do título é R$ 450 mil.

O Clube Hebraica, estabelecido em 1957, requer três referências e uma entrevista para aceitação. O título custa cerca de R$ 40 mil e a mensalidade até R$ 576.

O Club Athletico Paulistano, fundado em 1900, tem requisitos rigorosos para novos sócios, incluindo indicações. Os custos para adesão variam entre R$ 18 mil e R$ 20 mil, com uma taxa de admissão de R$ 900 mil.

O Esporte Clube Pinheiros é um dos mais tradicionais, com 170 mil m² e destaque olímpico, mas atualmente não vende títulos. O custo de associação exige várias recomendações e pode ultrapassar R$ 80 mil.

O São Paulo Golf Club foca no golfe e exige cinco indicações. O custo total para adesão pode ultrapassar R$ 500 mil, refletindo o alto valor do networking que proporciona.

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