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Reforma Administrativa avança no Congresso com foco em eficiência, corte de privilégios e modernização do serviço público

Reforma Administrativa ganha força no Congresso e promete transformar a eficiência do setor público. A proposta, que inclui cerca de 70 medidas, busca modernizar o Estado e aumentar a transparência em áreas essenciais como saúde e educação.

A Reforma Administrativa voltou a ser discutida e deve ser votada ainda neste semestre no Congresso Nacional. O texto contém cerca de 70 medidas com o objetivo de modernizar o Estado, reduzir privilégios e aumentar a eficiência do setor público, especialmente nas áreas de saúde, educação e segurança.

O relator da proposta, deputado Pedro Paulo (PSD-RJ), afirmou que medidas como o fim das férias de 60 dias e a tabela única são fundamentais para aumentar a transparência e a eficiência do serviço público.

A ministra Esther Dweck defendeu que a reforma deve incluir estados e municípios e que a estabilidade precisa estar ligada à avaliação de desempenho. Ela alertou sobre a bonificação dos servidores, que deve considerar o contexto fiscal e desigualdades regionais.

O deputado Júlio Lopes (PP-RJ) destacou a importância da transformação digital. A adoção do CPF como número único é vista como um grande avanço, simplificando a interação cidadã.

Na saúde, espera-se uma economia superior a R$ 20 bilhões com a integração digital dos prontuários médicos, totalizando mais de R$ 60 bilhões em medidas de reforma.

Apesar do apoio, Lopes expressou preocupações sobre a extensão do teto salarial às estatais, citando a dificuldade de adequar salários ao mercado financeiro e a necessidade de customizações para certos cargos.

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), pediu uma comissão geral sobre a proposta na próxima semana, enfatizando a urgência de um debate profundo: “O Brasil precisa de coragem para enfrentar suas verdades.”

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