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Relator da CPI da INSS ameaça dar voz de prisão a delegado da PF em reunião secreta

Deputado e delegado se desentendem em audiência da CPI do INSS sobre sigilo de informações. Após intervenção do STF, consenso é alcançado e reunião secreta prossegue por quatro horas.

Audiência da CPI do INSS teve desentendimento entre o relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), e o delegado da Polícia Federal, Bruno Bergamaschi.

A confusão começou quando Bergamaschi se recusou a fornecer informações por estarem sob sigilo. Relatos indicam que houve ameaça de prisão, embora Gaspar negue. O ministro do STF, André Mendonça, interveio para buscar um consenso.

Gaspar afirmou que suas perguntas eram baseadas em dados não sigilosos e que a recusa do delegado se deu por determinação superior a não se manifestar, incluindo informações já públicas.

O presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), teve que intervir para acalmar a situação. Após um habeas corpus do STF, ficou acordado que o delegado poderia depor, exceto sobre dados sigilosos.

A reunião secreta durou cerca de quatro horas e foi marcada por temores de vazamentos. Durante a audiência, deputados do Novo se precipitaram ao falar com a imprensa, acreditando que Randolfe Rodrigues (PT-AP) havia vazado informações, mas descobriram que isso não era verdade.

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