Relembre as tarifas impostas por Trump neste 2º mandato
Medidas tarifárias visam recuperar a competitividade econômica dos EUA, mas podem gerar retaliações e afetar o comércio global. O Brasil avalia resposta às tarifas sobre aço e alumínio, com potencial de aplicar sobretaxas em produtos americanos.
Trump aplica tarifas comerciais para fortalecer economia dos EUA
O presidente dos EUA, Donald Trump, iniciou seu 2º mandado em 20 de janeiro de 2025 e implementou diversas tarifas visando:
- Fortalecer a economia
- Reverter déficits comerciais
- Recuperar a competitividade da indústria norte-americana
A primeira medida foi aplicada em 1º de fevereiro com uma tarifa de 25% sobre produtos do México e Canadá, argumentando que esses países contribuíam para o aumento de imigrantes e drogas. A implementação foi adiada para 4 de março após negociações com líderes desses países.
Em 10 de fevereiro, Trump estabeleceu uma tarifa de 25% sobre todas as importações de aço e alumínio, iniciando a cobrança em 12 de março. O Brasil, principal exportador de alumínio e o 2º maior vendedor de aço para os EUA, poderá ser afetado. O governo brasileiro, sob Luiz Inácio Lula da Silva, considera medidas retaliatórias.
Em 26 de março, Lula anunciou a possibilidade de sobretaxar produtos dos EUA se a OMC não resolver o impasse das tarifas. Em 1º de abril, a CAE do Senado aprovou um projeto permitindo a reciprocidade tarifária, que será votado na Câmara em 2 de abril. Neste dia, a política tarifária de Trump aumentará com a cobrança das taxas recíprocas.
Trump também citou discrepâncias tarifárias, mencionando que os EUA cobram apenas 2,5% sobre etanol, enquanto o Brasil impõe 18%. Para os EUA, essa política pode resultar em maior inflação, retaliações comerciais e incertezas no comércio global.
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