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Réu pelo 8 de Janeiro, Léo Índio diz estar na Argentina e cobra aprovação de projeto de anistia

Léo Índio afirma estar na Argentina e critica a lentidão do Congresso na tramitação do "PL da anistia". Ele expressa preocupação com a possível perseguição política por parte do STF.

Léo Índio sobre anistia: Leonardo Rodrigues de Jesus, conhecido como Léo Índio, deu entrevista um mês após se tornar réu por atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, afirmando estar na Argentina.

Aguardando aprovação: Ele espera que o “PL da anistia” seja aprovado no Congresso e reclama da demora na tramitação, destacando que alguns já passaram meses presos.

Crítica ao Congresso: Léo Índio criticou a falta de prioridade de parlamentares aliados à direita para a pauta. Segundo ele, “mais de 90 deputados federais do PL” poderiam agilizar a discussão.

Placar da Anistia: Levantamento do Estadão mostra que mais de um terço dos 513 deputados apoiam a proposta.

Estatus na Argentina: Ele está na Argentina há 22 dias e precisará se apresentar em breve às autoridades para renovar sua estadia. Autodenomina-se “carioca exilado”.

Motivos para refugiar-se: Léo Índio alegou perseguições políticas e pelo STF em carta ao Conare.

Medo de se apresentar: Expressou temor sobre a atualização dos documentos, mencionando “os tentáculos do STF”.

Decisão do STF: No dia 27, a Primeira Turma do STF decidiu manter Léo Índio como réu pelos atos golpistas.

Conexões familiares: Léo Índio é parente de Bolsonaro, descrito como “sobrinho do presidente”. Ele circulava livremente pelo Planalto durante o governo anterior.

Tentativas eleitorais: Em 2022, tentou ser deputado distrital e, em 2024, vereador em Cascavel, mas não foi eleito em nenhuma das tentativas.

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