Reunião ministerial dura 3h com críticas de Lula a Trump e a Eduardo
Lula critica opositores e pede união entre ministros em reunião. Presidente enfatiza a importância da defesa do governo e discute prioridades legislativas.
2ª Reunião Ministerial de Lula em 2025 durou cerca de 3 horas, mais curta que o encontro anterior de 7 horas.
Lula falou duas vezes, criticou Eduardo Bolsonaro e pediu que ministros defendam o governo amplamente.
A reunião começou atrasada, às 10h, com discurso de abertura de Lula. O presidente chamou a família Bolsonaro de traidora da pátria.
Após Lula, discursearam Geraldo Alckmin e Rui Costa, este último apresentou 41 slides com dados positivos do governo.
Os ministros usaram bonés com a frase "o Brasil é dos brasileiros" e receberam uma revista com um QR code para acesso a informações sobre o governo.
Lula enfatizou a soberania brasileira e criticou ofensas internacionais, além de ter falado sobre a Guerra da Ucrânia e a ONU.
Sobre reeleição, Lula disse que se estiver bem de saúde, irá competir para defender seu legado.
Mauro Vieira detalhou negociações com os EUA sobre o tarifaço, e Gleisi Hoffmann pediu atenção em votações prioritárias no Congresso.
O slogan da comunicação do governo foi mudado para "Do lado do povo brasileiro", visando uma nova fase com foco em soberania e justiça social.
Durante a reunião, os ministros mais próximos de Lula foram Geraldo Alckmin e Rui Costa, enquanto outros ministros estavam mais distantes.
A primeira-dama, Janja Lula da Silva, não compareceu à reunião.
Um infográfico mostrou a disposição dos presentes na reunião.