Ricardo Nunes ameaça punir professores que aderirem à greve em SP
Prefeitura reafirma que professores em greve sofrerão descontos salariais, enquanto diversas entidades organizam protesto por melhores condições de trabalho. A mobilização busca pressionar o governo a abrir negociações antes da data-base de maio.
Prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), anunciou que professores da rede municipal que aderirem à greve marcada para quarta-feira (2) terão o salário descontado.
A paralisação faz parte da campanha salarial do funcionalismo público municipal.
Nunes destacou: “Educação é um serviço essencial. Profissionais que utilizarem a paralisação para fins partidários terão descontos.”
A manifestação ocorrerá em frente à Prefeitura de São Paulo e é organizada por diversas entidades sindicais. As principais reivindicações incluem:
- Abertura de diálogo com o Executivo sobre salários.
- Data-base para negociações salariais em maio.
A Aprofem, sindicato que representa parte dos docentes, convocou os professores para a adesão ao protesto.
Entidades como Sinpeem, Sinesp e Sedin não participarão da paralisação.
Outros servidores, incluindo aqueles do Sindsep, Simesp e Seesp, devem se unir à mobilização.