Rússia mata 14 e atinge missão da UE em Kiev; veja vídeos
Ataque russo em Kiev resulta em extensão da violência na Ucrânia e reacende críticas internacionais. Zelenski condena a escolha do Kremlin por ações militares em vez de negociações de paz.
Rússia lançou ataque golpista em Kiev
Nesta madrugada de quinta (28), forças russas realizaram um dos mais mortíferos ataques contra Kiev desde 2019. Ao menos 14 mortos e 38 feridos foram registrados, com a missão da União Europeia sendo atingida.
O ataque envolveu 598 drones e 31 mísseis, incluindo modelos hipersônicos. A maioria foi direcionada a Kiev, mas outras 12 regiões também foram afetadas, resultando em cortes de luz.
O presidente Zelenski criticou a Rússia, afirmando que "prefere continuar a matar" ao invés de dialogar. O Ministério da Defesa russo afirmou que seus alvos eram militares e de infraestrutura energética.
Incêndios e destruição em massa foram reportados, com 60 mil pessoas em Vinnitsia sem energia elétrica. Um navio russo também foi atingido no Mar de Azov.
Em resposta, a Rússia afirmou ter derrubado 102 drones e focou seus ataques em refinarias russas, levando à falta de gasolina em algumas regiões da Rússia.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, pediu o fim dos ataques indiscriminados. Líderes europeus, incluindo Emmanuel Macron e Keir Starmer, condenaram Moscou e pressionaram por novas sanções.
Este ataque é considerado o pior desde que Donald Trump tentou mediar um cessar-fogo entre Putin e Zelenski. A situação militar na Ucrânia permanece crítica e sem soluções imediatas.