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Secom avalia ter estancado queda na popularidade de Lula

Pesquisa revela que desaprovação de Lula aumentou, mesmo com esforços do governo para melhorar sua imagem. Apesar de mudanças na comunicação e novas campanhas, o presidente ainda enfrenta desafios no mercado e na opinião pública.

Pesquisas de aprovação do governo no Planalto mostram que a desaprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) parou de crescer, segundo análise do ministro Sidônio Palmeira.

Dados da pesquisa Ipsos–Ipec, divulgados em 13 de março de 2025, revelaram que a avaliação negativa subiu para 41%, em comparação a 34% em dezembro. Um novo levantamento será realizado pelo Poder360 entre os dias 15 e 17 de março.

Lula minimiza a importância das pesquisas e o Planalto está subutilizando um contrato de R$ 11,9 milhões com a empresa Nexus para realizar pesquisas. Em 2023 e 2024, o governo não utilizou o limite contratado.

Sidônio también implementou mudanças na comunicação, como mais entrevistas a rádios e maior presença informal no Instagram. Recentemente, ele participou do aniversário de José Dirceu, ao lado de Rafael Marroquim, que auxiliará em redes sociais.

Apesar dos esforços, Lula coleciona frases controversas que geram críticas. Em uma declaração, ele sugeriu que a população não comprasse alimentos caros, o que gerou reações da oposição.

A primeira campanha completamente idealizada por Sidônio terá um custo de R$ 50 milhões, com o slogan "O Brasil é dos brasileiros", e deve ser lançada até o fim do mês. A pesquisa feita entre 7 e 11 de março entrevistou 2.000 eleitores em 131 cidades, com margem de erro de 2 pontos percentuais.

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