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Sem pagamento de precatório, déficit primário teria sido de R$ 6 bi em julho, diz BC

Sem o pagamento de precatórios em julho, a redução do déficit primário do setor público seria significativa. A análise contrafactual sugere que o déficit poderia ter sido de apenas R$ 6 bilhões neste ano.

Cenário Fiscal: O chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha, revelou que, sem o pagamento de precatórios em julho, o déficit primário do setor público seria de cerca de R$ 6 bilhões, em vez dos R$ 66,566 bilhões divulgados.

Excluindo os precatórios, o resultado fiscal mostrou uma melhora significativa: o déficit caiu de R$ 21,3 bilhões em julho de 2024 para aproximadamente R$ 6 bilhões em julho de 2025.

Rocha ressaltou que, em 2024, o pagamento foi em fevereiro, enquanto em 2025 foi em julho, o que dificulta comparações diretas entre os anos. "É uma questão normal de cronograma e opção de pagamento", disse.

Para análises mais precisas, Rocha recomenda uma abordagem contrafactual, removendo o impacto dos precatórios para entender a evolução econômica: "Sem o pagamento, teríamos um déficit primário de cerca de R$ 6 bilhões."

Assim, a redução do déficit primário se torna evidente: de R$ 21,3 bilhões em julho de 2024 para R$ 6 bilhões em julho de 2025.

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