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Setor de combustíveis defende endurecimento da lei, após operação contra esquema bilionário de fraudes

Operação Carbono Oculto investiga esquema de sonegação que envolve o PCC e causa prejuízos bilionários. ICL destaca a importância da ação integrada e pede mudanças legais para combater a infiltração do crime organizado no setor de combustíveis.

Instituto Combustível Legal (ICL) apoia a Operação Carbono Oculto, realizada em 28 de setembro, mobilizando 1.400 agentes em oito Estados.

A operação visa um esquema bilionário de sonegação e fraudes no setor de combustíveis, comandado por membros do Primeiro Comando da Capital (PCC).

De acordo com a Fazenda de São Paulo, as irregularidades resultaram em prejuízos de mais de R$ 7,6 bilhões em impostos federais, estaduais e municipais.

O ICL afirmou que a ação é resultado da colaboração entre Ministério Público de São Paulo, Ministério Público Federal, Polícia Federal, polícias Civil e Militar de SP e Receita Federal.

Essa operação combina três investigações e tem alvos que incluem:

  • Crimes contra a ordem econômica
  • Adulteração de combustíveis
  • Crimes ambientais
  • Lavagem de dinheiro
  • Fraude fiscal
  • Estelionato

O ICL ressalta que a presença de organizações criminosas ameaça segurança pública, prejudica a arrecadação de impostos e distorce a concorrência.

O presidente do ICL, Emerson Kapaz, destacou a necessidade de mudanças legislativas e defendeu a urgência na aprovação de leis que punam severamente infratores.

Segundo ele, ações como essa podem ser um marco na luta contra práticas ilícitas no Brasil.

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