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Setor farmacêutico foi maior influência negativa para indústria em fevereiro, diz IBGE

A indústria brasileira enfrentou uma ligeira retração em fevereiro, impulsionada pela volatilidade do setor farmacêutico e pela queda na produção de máquinas e equipamentos. Apesar do resultado negativo, a variação da produção industrial reflete também fatores sazonais, como férias coletivas.

Setor farmacêutico lidera queda na indústria em fevereiro, de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF) do IBGE.

A produção de farmoquímicos e farmacêuticos caiu 12,3% em fevereiro, após alta de 4,5% em janeiro. O setor foi um dos 14 ramos industriais que registrou queda no mês, contribuindo para um recuo médio de 0,1% na indústria.

André Macedo, gerente da pesquisa, destaca que o setor é volátil, com oscilações intensas. A retração em fevereiro é atribuída a:

  • Base de comparação elevada após a alta de janeiro
  • Férias coletivas concedidas por empresas

Macedo afirma: “A volatilidade e as férias coletivas ajudam a entender a queda um pouco mais intensa”.

Após o setor farmacêutico, a produção de máquinas e equipamentos teve o segundo maior impacto negativo, com queda de 2,7%.

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