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Sistema antidrone é nova aposta das polícias e ganha investimento

A tecnologia antidrone se torna prioridade para polícias no Brasil, com investimentos em sistemas de defesa para combater ameaças aéreas. Minas Gerais lidera a implementação desses equipamentos, seguidos por projetos em São Paulo, Rio de Janeiro e pela Polícia Federal.

Equipamentos antidrone estão sendo adotados pela polícia em Minas Gerais para melhorar a segurança contra o uso criminoso de drones.

Após a adoção de drones para policiamento, órgãos de segurança no Brasil buscam implementar sistemas antidrone.

A tecnologia já é considerada pela Polícia de São Paulo, da Polícia do Rio de Janeiro, Polícia Federal e Supremo Tribunal Federal.

Duas iniciativas estão sendo financiadas pelo governo federal para desenvolver a tecnologia nacional, uma com a Embraer e outra com a Ares, em parceria com o Exército.

Preocupações principais incluem o uso de drones para monitorar operações policiais e realizar ataques a bomba, além do risco de colisões com helicópteros.

A tecnologia antidrone emite ondas de rádio, permitindo que autoridades forcem o pouso de drones em áreas restritas.

O delegado Rafael Fagundes destacou que já foram identificados drones invasores durante operações policiais.

No Palácio do Planalto, um sistema antidrone eliminou 23 drones no ano passado, e o Gabinete de Segurança Institucional adquiriu “rifles antidrone”.

O GSI do Rio iniciou o processo de aquisição de sistemas antidrone, prevendo publicação de edital em abril.

O governo de Minas Gerais foi pioneiro, utilizando a tecnologia desde 2023, com equipamentos que neutralizam drones invasores.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) registrou 186.856 drones no Brasil, a maioria para uso recreativo.

Após o atentado no STF, foi sugerida a aquisição de uma solução antidrone, estimada em R$ 12 milhões.

Desenvolvimentos internacionais mostram que drones são armas comuns em conflitos, e empresas estrangeiras, como a Glocal Tech, estão interessadas no mercado brasileiro.

Projetos com a Ares e Embraer contam com financiamento federal e devem ser concluídos até 2027, visando proteger contra ameaças aéreas.

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