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Starlink fecha acordos de Wi-Fi em voos nos EUA e na Europa. Agora mira Oriente Médio

A SpaceX busca expandir sua presença no mercado de Wi-Fi a bordo, firmando acordos com diversas companhias aéreas de destaque. A entrada de empresas do Oriente Médio no cenário aumenta a concorrência na lucrativa indústria de comunicações por satélite.

Elon Musk tem se expandido no mercado de Wi-Fi a bordo com seu serviço Starlink, que já foi contratado por diversas companhias aéreas, incluindo Air France, Qatar Airways e United Airlines.

Recentemente, o Alaska Air Group anunciou planos para instalar o Starlink no próximo ano, e a Virgin Atlantic firmou um contrato para usar a rede de satélites da SpaceX.

A British Airways também pode seguir esse caminho, mantendo o interesse de Musk em expandir sua presença no lucrativo mercado transatlântico.

Musk mira o Oriente Médio, onde estão algumas das maiores companhias aéreas do mundo, como a Emirates, com quem a SpaceX está em negociações. Outras companhias, como Gulf Air e FlyDubai, também estão em fase de conversas, e a Saudia mostra interesse.

A entrada no Oriente Médio representaria um grande avanço para o Starlink, especialmente contra a concorrência de empresas tradicionais como EchoStar e Viasat. O mercado de comunicações por satélite está avaliado em US$ 100 bilhões.

A SpaceX fornece velocidades de Internet competitivas com cerca de 8.000 satélites, utilizando um modelo de assinatura para as companhias aéreas.

Custos para implementação:

  • Boeing 737: US$ 300.000
  • Boeing 787 Dreamliner: US$ 500.000

Os custos mensais de uso podem variar, mas em alguns casos, a Starlink oferece serviços por US$ 120 mensais por assento.

Embora muitos passageiros valorizem a conectividade a bordo, a SpaceX enfrenta desafios, como exigências para que as companhias aéreas ofereçam Wi-Fi gratuito e a instalação em toda a frota antes da finalização dos acordos.

A United Airlines reportou problemas de interferência no sistema Starlink, resultando em interrupções temporárias no serviço.

Além disso, o serviço ainda não está autorizado em vários países, especialmente nos Emirados Árabes Unidos, o que pode limitar seu uso antes do pouso.

A disputa pelo domínio no mercado de Wi-Fi a bordo só tende a aumentar, e especialistas acreditam que a Starlink está bem posicionada devido às suas velocidades superiores e à experiência do consumidor.

Esperamos mais desenvolvimentos à medida que a competição se intensifica. Veja mais em bloomberg.com.

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