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STF pega em armas para se defender e, se necessário, contra-atacar quem o ataca

Supremo toma frente na defesa da soberania brasileira frente aos EUA. Flávio Dino reafirma que determinações estrangeiras não podem prevalecer sobre leis nacionais.

Supremo toma frente na resistência aos EUA

Na ausência de apoio governamental e diálogo entre Lula e Trump, o Supremo Tribunal Federal (STF) se posiciona como líder na resistência contra os ataques americanos.

O ministro Flávio Dino declarou que leis estrangeiras não têm valor sobre brasileiros, defendendo a soberania nacional. Essa declaração surge em resposta à Lei Magnitsky e reforça a ideia de que violações a essas regras ofendem a ordem pública.

A decisão de Dino também foi impactada por um acordo no STF visando acelerar o julgamento de Bolsonaro e seus aliados, estabelecendo 12/09 como data limite para conclusão em 2025.

Além de ações internas, há uma estratégia para abordar o público externo. Fernando Haddad e outros líderes têm se manifestado na mídia dos EUA para defender a democracia brasileira.

Alexandre de Moraes destacou que não haverá recuo no julgamento de Bolsonaro, enquanto Haddad criticou os EUA por exigir uma solução impossível para o caso.

Lula, em entrevistas, afirmou que Trump “não é imperador do mundo” e está articulando uma resposta multilateral com os Brics contra as ações de Trump, ressaltando que seu apoio pode diminuir ao longo do tempo, afetando a percepção americana sobre suas políticas.

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