Tarcísio nega disputa com Lula por operações contra crime organizado, minimiza críticas e defende Bolsonaro
Governador de São Paulo destaca a necessidade de união no combate ao crime organizado, apesar das tensões políticas com o governo federal. Tarcísio de Freitas também se posiciona sobre a relação com Bolsonaro e planos para o futuro político.
Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), negou disputa de protagonismo com o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre operações contra fraudes no setor de combustíveis.
Tarcísio destacou a integração de forças entre órgãos estaduais e federais nas investigações e minimizou provocações do presidente, que o chamou de "nada" sem Jair Bolsonaro.
Ele reforçou que não há conflito de interesses e que as operações foram planejadas em conjunto, citando o Gaeco como parte da equipe investigativa.
O governador alertou sobre a facilidade de obter regimes tributários especiais, que favorecem a lavagem de dinheiro, e pede que o Congresso Nacional aprove a Lei do Devedor Contumaz para punir empresas inadimplentes.
Tarcísio também anunciou novas operações contra lavagem de dinheiro e comentou sobre o julgamento do ex-presidente Bolsonaro no STF, reiterando sua convicção absoluta na inocência de Bolsonaro.
Ele acredita que a anistia pode ajudar na pacificação do país e se mostrou favorável a discutir o tema com lideranças políticas.