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Tarifas recíprocas: bolsas dos EUA afundam no mercado futuro após anúncio de Trump

Investidores reagem às novas tarifas anunciadas por Trump, causando queda significativa nos índices futuros das bolsas americanas. Medidas, que começam a valer em abril, visam pressionar países que taxam produtos norte-americanos e prometem trazer incertezas ao mercado financeiro global.

Trump anuncia tarifas recíprocas: As bolsas dos EUA fecharam em alta na quinta-feira (2), mas índices futuros caíram após discurso do presidente.

O S&P 500 caiu 1,6% e o Nasdaq recuou 2,4%. Investidores esperam perdas significativas na abertura de Wall Street.

Donald Trump detalhou as tarifas, que devem começar a ser aplicadas a partir de 5 de abril, com uma taxa mínima de 10% sobre todas as importações, incluindo do Brasil. Tarifas individuais mais altas serão impostas a países com altos déficits comerciais a partir do dia 9.

Chamada de 'Dia da Libertação', a estratégia visa libertar os EUA de produtos estrangeiros, e Trump afirmou que os EUA cobrarão aproximadamente metade das tarifas que os outros países impõem.

Exemplos de tarifas:

  • China: 67% de tarifa - EUA cobrarão 34%.
  • União Europeia: 39% - EUA cobrarão 20%.

Trump destacou que, se os países não quiserem ser taxados, devem transferir suas fábricas para os EUA, afirmando que as tarifas dão proteção ao país e promovem crescimento.

A partir de agora, também se aplicam 25% de tarifa sobre carros importados e sobre exportações que não se enquadram no USMCA.

No Brasil, o Senado aprovou um projeto para retaliar barreiras comerciais, após Trump citar o país como exemplo de taxação.

Trump classificou o decreto do 'tarifaço' como uma 'declaração de independência econômica'.

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