Tarifas recíprocas não terão exceção e Trump ainda decidirá modelo, diz Casa Branca
Trump anuncia novo pacote de tarifas de importação para combater práticas comerciais injustas, sem exceções. Expectativa é que medidas impactem todas as nações e produtos, influenciando mercados e economia americana.
Tarifas recíprocas dos EUA: Não haverá exceções, afirma Karoline Leavitt, porta-voz da Casa Branca, em anúncio feito no dia 31 de março.
Grande pacote de tarifas: Trump irá apresentá-las no evento "Liberation Day" em 2 de abril. Expectativa de impacto nos mercados e risco de inflação.
Alcance das tarifas: Medidas podem afetar todos os países e produtos importados. Leavitt destaca que a decisão final será de Trump.
Práticas comerciais injustas: Leavitt cita taxas altas da UE, Japão e Índia como exemplos que prejudicam produtos americanos.
Histórico de tarifas: Trump já anunciou tarifas sobre países como Canadá, México e China. O objetivo é taxar reciprocamente produtos que enfrentam tarifas altas.
Impacto no Brasil: Em 2024, Brasil exportou US$ 40 bilhões para os EUA. Destaques incluem produtos como petróleo, aço, aeronaves e café.
Tarifas de etanol: EUA impõem 2,5%, enquanto Brasil cobra 18%, resultando em uma balança comercial negativa para os EUA.
Expectativas de Trump: Reduzir o déficit comercial, aumentar empregos e a arrecadação do governo através das novas tarifas.