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Taxa de desemprego sobe para 6,8% no trimestre móvel encerrado em fevereiro, diz IBGE

Taxa de desemprego alcança 6,8% no primeiro trimestre de 2025, refletindo um aumento em relação ao trimestre anterior. Apesar da alta, o número de trabalhadores com carteira assinada atinge recorde histórico.

Taxa de desemprego no Brasil subiu para 6,8% no trimestre encerrado em fevereiro, comparado a 6,1%% do trimestre anterior, menor da série histórica da PNAD Contínua. Dados divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira (28).

O resultado é 1 ponto percentual abaixo de fevereiro de 2024 (7,8%) e igual ao de 2014. Em janeiro de 2025, a taxa foi de 6,5%. Expectativas de consultorias apontavam para uma taxa de 6,8%.

O início do ano tradicionalmente vê dispensas de trabalhadores temporários, afetando o mercado. No trimestre, o país registrou 7,5 milhões de desempregados, um aumento de 10,4% frente ao trimestre anterior.

A população ocupada era de 102,7 milhões, com recuo de 1,2% em relação ao trimestre anterior, mas alta de 2,4%% frente ao mesmo trimestre de 2024.

Mesmo com o aumento do desemprego, o setor privado com carteira assinada cresceu 1,1%, atingindo 39,6 milhões de trabalhadores. Comparado a fevereiro de 2024, houve um aumento de 3,5% (1,8 milhão de pessoas).

O número de trabalhadores sem carteira caiu 6%, para 13,5 milhões. A variação foi considerada como estabilidade estatística pelo IBGE.

A massa de rendimentos atingiu R$ 342 bilhões, um novo recorde, com um aumento de 6,2%% frente a 2024. A renda média dos trabalhadores cresceu 1,3%% para R$ 3.378, representando um aumento de R$ 43.

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