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Taxa dos brasileiros com visão positiva da China sobe para 49%

Cresce a imagem positiva da China entre os brasileiros, enquanto a aprovação aos Estados Unidos sofre uma queda significativa. A pesquisa revela mudanças nas percepções sobre ambos os países, especialmente entre eleitores de diferentes partes do espectro político.

Taxa de imagem positiva da China entre brasileiros subiu de 34% para 49% de outubro de 2024 a agosto deste ano, segundo a pesquisa Genial/Quaest realizada de 13 a 17 de agosto. A divulgação ocorreu na noite de segunda-feira (25.ago.2025) pela coluna de Mônica Bergamo, no jornal Folha de S.Paulo.

A avaliação positiva dos Estados Unidos caiu de 56% para 44% no mesmo período. A percepção negativa cresceu de 25% para 48%. Esses dados coincidem com o tarifaço de Donald Trump e ações do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) em favor do pai, ex-presidente Jair Bolsonaro.

Eleitores de Lula em 2022 impulsionaram a avaliação positiva da China, que também aumentou entre votos brancos e nulos, mas se manteve estável entre eleitores de Bolsonaro.

A queda na imagem dos EUA foi acentuada entre os eleitores de Lula, passando de 51% em março para 23% em agosto. Entre os apoiadores de Bolsonaro, a aprovação aos EUA subiu de 66% para 72%.

O levantamento revelou que os EUA têm 53% de imagem positiva entre brasileiros com rendimento acima de 5 salários mínimos, enquanto a China aparece com 45% entre os mais pobres.

A guerra na Faixa de Gaza afetou a visão dos brasileiros sobre Israel. A imagem positiva caiu de 52% para 35%, e a negativa subiu de 27% para 50%. Entre apoiadores de Bolsonaro, a avaliação positiva diminuiu de 67% para 54%.

A pesquisa, que ouviu 12.150 pessoas, utilizou dados da Pnad e do Censo do IBGE, com margem de erro de 2 pontos percentuais.

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