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Taxado em 25% desde março, setor de alumínio alerta para impactos das novas tarifas de Trump

Associação Brasileira do Alumínio destaca os riscos da nova taxa sobre produtos brasileiros nos EUA e pede proteção para a indústria local. Medida pode afetar a competitividade do setor e a cadeia de reciclagem de alumínio no Brasil.

Taxação de 10% sobre produtos brasileiros pelos Estados Unidos preocupa a Associação Brasileira do Alumínio (Abal).

A Abal alerta para os impactos da sobretaxa no alumínio nacional e afirma que o documento do USTR não menciona medidas específicas para o setor.

Segundo o comunicado, a indústria enfrenta a taxa de 25% desde março e teme os efeitos indiretos na cadeia de reciclagem e no comércio.

Apesar de representar menos de 1% das importações americanas, os EUA foram responsáveis por 16,8% das exportações brasileiras do metal em 2024.

A medida é vista como parte de uma estratégia industrial mais ampla e pode elevar custos de produção em setores críticos da economia americana.

A Abal destaca que a recuperação da produção de alumínio nos EUA requer tempo e grandes volumes de energia, o que pode comprometer a competitividade.

Diante disso, a associação pede proteção para a indústria e enfatiza que a nova tarifa não se aplica à sucata de alumínio, levantando preocupações sobre a dependência externa.

O comunicado finaliza com um pedido por fortalecimento dos instrumentos de defesa comercial e ajuste da política tarifária nacional para manter a competitividade do alumínio brasileiro.

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