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TCU vê falha em cálculo de antecipação de recebíveis da desestatização da Eletrobras

TCU identifica falhas nos dados da CCEE e MME sobre desestatização da Eletrobras. Estimativa inicial de benefício financeiro foi drasticamente reduzida, impactando as tarifas de energia.

TCU atendeu parcialmente a uma representação sobre erro na CCEE e no MME.

O Tribunal de Contas da União identificou falhas de imprecisão nos dados que calcularam a viabilidade da antecipação de recebíveis da Eletrobras.

A Corte determinou que tanto a CCEE quanto o MME adotem providências para garantir robustez em futuros estudos que influenciem políticas setoriais.

A discussão começou na Aneel, onde o diretor Fernando Mosna revelou que o ganho financeiro previsto para a quitação de empréstimos era de R$ 500 milhões, destinado a descontos nas tarifas.

Após análise, o benefício real foi estimado em R$ 46,5 milhões, 11 vezes menor que o inicialmente informado, resultando em uma redução de apenas 0,02% nas tarifas para o consumidor.

No último ano, o governo antecipou recebíveis da Eletrobras, aplicando recursos na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), quitando dívidas como a “Conta Covid” e a “Conta Escassez Hídrica” pagas pelos consumidores.

A representação foi formulada pelo senador Rogério Marinho.

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