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Tesouro Direto: juros sobem e atrelados à inflação pagam mais; dia de comprar?

Os títulos públicos apresentam aumento nos retornos nesta sexta-feira, impulsionados por expectativas de inflação mais controladas. Analistas do Itaú BBA indicam opções atrativas entre títulos prefixados, IPCA+ e pós-fixados, para diferentes perfis de investimento.

Títulos públicos oferecem mais retorno nesta sexta-feira (29), com destaque para os papéis atrelados à inflação que pagam o IPCA e uma taxa fixa abaixo de 8%.

O mercado acompanha as relações entre Brasil e Estados Unidos, especialmente a resposta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao tarifaço de Donald Trump.

Por volta das 13h48:

  • Títulos indexados à inflação (Tesouro IPCA+) 2029: juros de 7,78% (anterior: 7,82%)
  • Títulos IPCA+ 2040: juros de 7,15% (anterior: 7,17%)
  • Títulos prefixados 2028: juros de 13,22% (anterior: 13,26%)
  • Títulos prefixados 2032: juros de 13,79% (anterior: 13,86%)

Analistas do Itaú BBA destacam:

  • A taxa Selic permanece em 15% ao ano, favorecendo o carrego elevado dos títulos.
  • Expectativas de inflação benignas indicam convergência gradual.

Recomendações de investimento:

  • Títulos prefixados com prazo de cerca de 3 anos: atrativos, especialmente se houver desaceleração econômica.
  • Títulos IPCA+ com prazos a partir de 5 anos: boas opções para capturar desinflação, com taxa real de 7,5% ao ano.
  • Títulos pós-fixados (Tesouro Selic): ideais para investidores com horizonte de até 2 anos, com carrego elevado e baixa visibilidade de cortes.

Desempenho do Tesouro Direto nesta sexta-feira (29) começa a apresentar resultados mais favoráveis para os investidores.

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