Tesouro Direto: taxas caem com cenário eleitoral rondando títulos
Taxas de juros dos títulos públicos caem ligeiramente, refletindo novas expectativas econômicas. Investidores buscam modalidades mais atrativas diante de mudanças políticas e inflação prevista em queda.
Juros de títulos públicos caem nesta quinta-feira (28), refletindo uma maior confiança dos investidores na mudança da política econômica a partir de 2026. A pesquisa da AtlasIntel mostra um aumento na taxa de desaprovação do governo Luiz Inácio Lula da Silva e a liderança de Tarcísio de Freitas para um possível segundo turno nas eleições de 2024.
Às 14h20, os títulos indexados à inflação (Tesouro IPCA+) com vencimento em 2029 pagavam 7,78%, abaixo dos 7,82%% da sessão anterior. Os papéis com vencimento em 2040 pagaram 7,15% contra 7,17% na sexta-feira.
Os títulos prefixados de curto prazo com vencimento em 2028 ofereceram 13,22%, menor que os 13,26%% da sexta, enquanto os com vencimento em 2032 registraram 13,79% versus 13,86%% anteriormente.
Analistas do Itaú BBA destacam oportunidades de investimento. Eles recomendam:
- Títulos prefixados com prazo de cerca de 3 anos, atrativos e sensíveis a mudanças econômicas.
- Títulos IPCA+ com prazos a partir de 5 anos, ideais para capturar desinflação e desaceleração, com taxa real de 7,5%% ao ano.
- Títulos pós-fixados (Tesouro Selic), a melhor opção para investimentos de até dois anos, com carrego elevado e baixa visibilidade para cortes a curto prazo.
Desempenho do Tesouro Direto é otimizado por essas recomendações nesta quinta-feira (28).