‘The Economist’ coloca Bolsonaro na capa e diz que julgamento é ‘lição de democracia’ para os EUA
A capa da revista destaca o julgamento de Bolsonaro por tentativa de golpe e compara a situação democrática no Brasil com a dos Estados Unidos. A reportagem enfatiza as investigações sobre o ataque às sedes dos Três Poderes, contrastando a resposta brasileira com a impunidade enfrentada por Trump.
Jair Bolsonaro (PL) está na capa da revista The Economist, que chega às bancas nesta quinta (28).
Ele é retratado com um chapéu semelhante ao do “Viking do Capitólio”, símbolo da invasão ao Congresso dos EUA em 2021.
A edição destaca o início do julgamento de Bolsonaro e aliados por tentativa de golpe após as eleições de 2022, marcada para 2 de setembro.
A The Economist elogia o Brasil por sua “maturidade democrática” ao investigar o ataque de 8 de janeiro de 2023, em contraste com a situação nos EUA, onde Trump continua elegível para as eleições de 2024, apesar das acusações.
Trump, que pressionou o Brasil com tarifas e revogações de vistos, também é mencionado ao lado do relator do inquérito, ministro do STF, Alexandre de Moraes.
A denúncia da Procuradoria-Geral da República foi dividida em núcleos e inclui 33 réus, destacando os principais responsáveis pela trama golpista.
- O ataque de 8 de janeiro é visto como a “última esperança” do golpe.
- Jake Chansley, o “Viking do Capitólio”, foi condenado a 41 meses de prisão por sua participação na invasão.
- Trump perdoou 1.500 invasores após reassumir a presidência.
Com informações do Estadão Conteúdo