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Trump afasta 36 funcionários de agência de emergência após críticas

Funcionários da Fema criticam novas lideranças e alertam para riscos de inação em desastres. A carta despede preocupação com a falta de qualificação e pede mudanças estruturais na agência.

Funcionários da Fema afastados pelo governo Trump após carta ao Congresso sobre falta de experiência dos indicados ao órgão.

A carta, assinada por 36 funcionários, alerta para a possibilidade de falhas semelhantes às do furacão Katrina, que deixou mais de 1.800 mortos em 2005.

Virginia Case, supervisora da Fema, expressou seu desapontamento e destacou a importância da manifestação: “O público merece saber o que está acontecendo.”

A licença dos funcionários os impede de conduzir negócios e visitar instalações da agência. Eles criticam a falta de qualificação dos líderes atuais e pedem a transformação da Fema em um órgão independente.

Além disso, solicitam proteção contra demissões políticas, visando evitar crises como a do furacão Katrina e a dissolução da Fema.

Um porta-voz da Fema defendeu a necessidade de reforma, afirmando que a agência deve servir aos sobreviventes e não a interesses burocráticos.

Desde 2025, cerca de 2.000 funcionários deixaram a agência e o governo planeja cortar US$ 1 bilhão em subsídios para programas de gestão de emergências.

A carta foi enviada poucos dias antes do 20º aniversário do furacão Katrina e após o início da temporada de furacões nos EUA.

Trump já anunciou planos para reduzir a Fema e transferir mais responsabilidades para os Estados.

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