Trump anuncia tarifas, emprego nos EUA, indústria no Brasil e mais destaques desta 4ª
Tensões comerciais aumentam com anúncio de tarifas recíprocas dos EUA, impactando mercados globais. Brasil se prepara para reação e possíveis retaliações, enquanto líderes políticos buscam fortalecer articulações em meio à crise.
Anúncio de tarifas recíprocas nos EUA gera tensões comerciais
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciará tarifas recíprocas às 17h (Brasília) nesta quarta-feira (2). A medida, visando aumentar tarifas de importação, resulta na desvalorização do dólar e na fuga de investidores dos EUA.
Especialistas apontam que esse “tarifaço” incentiva compras em Bolsas globais, ampliando a volatilidade do mercado.
No Brasil, a agenda econômica inclui:
- 8h: Índice do Mercado Hipotecário
- 8h30: Estatísticas Monetárias e de Crédito (fev)
- 9h: Produção Industrial (fev)
- 9h15: Índice ADP de Variação de Empregos (mar)
- 11h: Encomendas à Indústria (fev)
- 11h30: Estoques de Petróleo (semanal)
Karoline Leavitt, secretária de Imprensa da Casa Branca, confirmou que as tarifas terão efeito imediato, e o Brasil pode ser um alvo.
O Brasil importou US$ 5,4 bilhões de diesel russo em 2024, o que pode levar a retaliações. Trump advertiu que o Brasil poderá ser impedido de negociar com os EUA se continuar a comprar petróleo russo.
A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado brasileiro aprovou um Projeto de Lei da Reciprocidade, permitindo sanções comerciais a países que não tratem o comércio brasileiro de forma justa.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, expressou preocupação com as tarifas dos EUA, que podem afetar a prosperidade global.
O presidente Lula se reunirá com líderes do Senado e Câmara para fortalecer articulações políticas. Ele também se reunirá com o ministro da Justiça e a ministra de Relações Institucionais.
Além disso, a OAB é pressionada a atuar em defesas dos acusados pela tentativa de golpe de Estado. O STF suspendeu repasses de emendas a instituições em oito estados por falta de transparência.
O Brasil assumiu a presidência do conselho da OEA, focando no multilateralismo e direitos humanos.
A Petrobras se reunirá com os petroleiros para discutir teletrabalho e bônus após uma recente greve de advertência.