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Trump corta bolsas de Princeton e amplia ofensiva contra universidades

Suspensão de bolsas federais gera tensão entre o governo Trump e universidades de elite. A Universidade de Princeton se junta a Columbia, Penn e Harvard na lista de instituições afetadas, levantando preocupações sobre liberdade acadêmica.

Governo dos EUA: O governo Trump suspendeu várias bolsas federais à Universidade de Princeton, tornando-a a quarta da Ivy League a sofrer cortes financeiros desde março.

Informação: O reitor Christopher L. Eisgruber comunicou à comunidade universitária que "várias dezenas" de bolsas haviam sido suspensas. A razão completa para a ação ainda não é clara.

Compromissos de Princeton: Eisgruber destacou que a universidade cumprirá a lei, combaterá o antissemitismo e defenderá a liberdade acadêmica.

Outros Cortes: O governo reduziu US$ 400 milhões em bolsas da Universidade Columbia, suspendeu US$ 175 milhões da Universidade da Pensilvânia e está revisando US$ 9 bilhões em acordos com Harvard.

Justificativas: A Casa Branca atribuiu cortes em Columbia e Harvard a alegações de antissemitismo, e na Pensilvânia, a suspensão foi relacionada à participação de uma mulher trans em esporte feminino.

Sorpresa com Princeton: O corte surpreendeu, pois a universidade não estava entre as dez citadas em uma lista federal sobre discriminação contra estudantes judeus.

Financiamento: Princeton recebeu mais de US$ 455 milhões em bolsas federais no último ano fiscal, o que representa 18% de suas receitas.

Preocupações: Líderes universitários alertam que as ações do governo comprometem a competitividade econômica dos EUA. O conselho da Associação de Universidades Americanas criticou os cortes de financiamento por razões externas às pesquisas.

Resposta de Princeton: A universidade ainda não detalhou sua resposta às suspensões, mas Eisgruber expressou preocupações sobre concessões feitas em nome da liberdade acadêmica.

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