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Trump diz que acabou com seis, talvez sete guerras. Será?

Análise revela que as afirmações de Trump sobre a resolução de guerras são exageradas e imprecisas. Conflitos persistem e a paz duradoura permanece incerta nas regiões citadas.

Donald Trump iniciou uma campanha em busca do Prêmio Nobel da Paz, afirmando ter "resolvido seis guerras em seis meses".

No entanto, uma análise de seus comentários revela um misto de bravata, distorção e alguns resultados discutíveis.

A primeira menção de paz ocorreu quando Trump tentou um cessar-fogo em Gaza, que falhou e contribuiu para uma crise humanitária.

Sobre a Guerra da Ucrânia, Trump disse que a encerraria rapidamente, mas a situação permanece indefinida, com tentativas de reunir líderes em negociações.

Abaixo, uma visão geral das guerras que Trump afirmou ter solucionado:

  • Índia e Paquistão: Trump afirmou ter "acertado as coisas", mas a tensão persiste, com o governo indiano negando envolvimento americano.
  • Irã: Afirmou ter encerrado uma guerra com um ataque, mas o programa nuclear persiste e hostilidades continuam.
  • Ruanda e Congo: Um acordo foi promovido, mas o grupo M23 não foi incluído nas negociações, mantendo a guerra.
  • Egito e Etiópia: Apesar de apoiar os egípcios, não houve ações efetivas; a disputa pela hidrelétrica permanece.
  • Sérvia e Kosovo: Trump disse ter evitado uma guerra, mas não há evidências de risco significativo.
  • Tailândia e Camboja: Atribuiu a trégua aos EUA, mas a Malásia teve papel crucial nas negociações.
  • Azerbaijão e Armênia: Um acordo de paz foi assinado, mas questões territoriais ainda não foram resolvidas.

Em suma, a imagem de "presidente da paz" apresentada por Trump carece de fundamentos sólidos.

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