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Trump insiste em 3º mandato, mas aliados evitam respaldo público

Trump reafirma flerte com a possibilidade de um terceiro mandato, gerando ceticismo entre aliados. Discussões sobre mudanças na Constituição são vistas como inviáveis, enquanto o presidente parece divertir-se com a polêmica.

Donald Trump flerta com a ideia de um terceiro mandato nos EUA, algo proibido pela Constituição.

Desde sua eleição em novembro do ano passado, o atual presidente menciona essa possibilidade, mas Republicanos minimizam suas declarações, considerando-as meras provocações.

No último domingo (30), Trump afirmou que não está brincando e indicou que haveria métodos para “driblar a lei”, porém não detalhou como. Ao ser questionado sobre uma eventual disputa com Barack Obama, respondeu que adoraria a competição.

Esta proposta não recebeu apoio de aliados, com destaque para Steve Bannon, que fez uma pergunta provocativa a apoiadores sobre um terceiro mandato. Por outro lado, Elon Musk permaneceu em silêncio.

O presidente do Senado, John Thune, comentou que Trump precisaria da mudança constitucional para concorrer novamente, e disse acreditar que o presidente está apenas provocando.

Críticos mencionam que a única forma para Trump continuar no poder seria através de emendas à Constituição, as quais não têm apoio suficiente no Congresso.

Trump já flertou com essa hipótese publicamente quatro vezes desde a vitória nas eleições em 6 de novembro. O primeiro comentário aconteceu uma semana após a eleição, seguido por outras insinuações em eventos subsequentes.

Embora Trump mencione que há métodos alternativos, especialistas como o professor David Super afirmam que a única opção válida seria a mudança na Constituição.

É relevante destacar que o limite de dois mandatos é uma norma bem estabelecida desde a criação da Vigésima Segunda Emenda, estabelecida após Franklin D. Roosevelt.

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