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Trump pede à Suprema Corte que suspenda proibição de expulsar imigrantes sob lei do século XVIII

Governo Trump invoca antiga lei para deportar imigrantes, desafiando decisão judicial que impede o processo. Críticos apontam para riscos de violações de direitos humanos e falta de devido processo legal.

Governo Trump pede à Suprema Corte a suspensão de proibição de deportação de imigrantes sob a Lei do Inimigo Estrangeiro, do século XVIII.

Presidente Trump invocou a lei para expulsar quase 300 venezuelanos, supostamente membro da gangue Tren de Aragua, considerada organização terrorista.

A deportação se deu para uma prisão de segurança máxima em El Salvador, onde o presidente Nayib Bukele enfrenta críticas pelos direitos humanos.

Defensores consideram que alguns deportados não têm ligações com a gangue e pedem audiências judiciais antes da expulsão.

Um juiz federal, James Boasberg, interditou novos voos de deportação, afirmando que migrantes devem ter direito a audiências individualizadas.

A ACLU pediu prorrogação da ordem, que expira neste sábado. O governo Trump teve um recurso anterior rejeitado.

Sua assessora jurídica, Sarah Harris, defende a autoridade presidencial em questões de segurança nacional, afirmando que a Constituição respalda a ação do presidente.

Harris argumentou que a lei autoriza a remoção sumária de inimigos estrangeiros e criticou atos do tribunal que podem prejudicar a segurança nacional.

Lee Gelernt, advogado da ACLU, pede que a decisão judicial permaneça, defendendo que deportar sem devido processo legal é ilegal.

Trump atacou Boasberg e pediu sua destituição, resultando em reprimenda do presidente da Suprema Corte, John Roberts.

Os advogados de alguns deportados afirmaram que seus clientes não pertencem à gangue e foram alvos devido a suas tatuagens.

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