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Um marco

Operação histórica do governo marca combate ao crime organizado e à corrupção. Julgamento do ex-presidente promete ser um divisor de águas na luta pela legalidade democrática no país.

Operação do governo contra o crime organizado e enfrentamento do ex-presidente antidemocrata, previsto para 2 de setembro de 2025, marcam avanços significativos na legalidade do país.

A estrutura empresarial do PCC reflete não apenas seu poder, mas também a deterioração das polícias estaduais e das ações contra práticas ilegítimas.

A operação, ainda em curso, é digna de louvações, mas revela a fragilidade do serviço público, que pode piorar caso o Congresso não aprove a reforma administrativa proposta pelo deputado Pedro Paulo (PSD-RJ).

O julgamento do ex-presidente e generais golpistas pode afirmar a legalidade democrática iniciada com inquérito no Supremo Tribunal Federal, mas deve também destacar o atraso civilizatório do Brasil, resultado da desigualdade crescente.

Na era da inteligência artificial, a expectativa recai sobre o desdobramento do golpe cucaracha e possíveis intrigas de deputados no exterior. Mesmo assim, é momento de celebração por esse marco significativo.

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