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Vanguarda, inclusão e usado até pelo Google: como Brasil defende Pix em investigação comercial dos EUA

Brasil responde a acusações dos EUA sobre práticas comerciais 'improcedentes' e defende transparência do sistema de pagamentos Pix. O governo reforça que as políticas são conformes com normas internacionais e não discriminam fornecedores estrangeiros.

Governo brasileiro responde a investigação dos EUA

No dia 18/08, o Brasil apresentou resposta a uma investigação comercial iniciada pelos EUA em julho. O Itamaraty classificou as acusações como "improcedentes" e defendeu suas políticas como "transparentes".

O governo Trump alega práticas comerciais "desleais", enquanto o Brasil rebate as acusações, incluindo alegações sobre restrições à liberdade de expressão e desmatamento. A resposta brasileira foi enviada em uma carta de 91 páginas ao embaixador do comércio dos EUA.

Um ponto central do documento é a defesa do Pix, sistema de pagamentos brasileiro, que sofreu investigação por parte dos EUA. O governo brasileiro destaca que o Pix promove soberania e inclusão financeira.

Além disso, o governo apresentou dados que mostram o sucesso do Pix, como:

  • 104,4 milhões de usuários em menos de um ano
  • 165 milhões de usuários até fevereiro de 2025
  • Movimentação de R$ 26,4 trilhões em 2024

A defesa também menciona que o Pix está na vanguarda tecnológica, semelhante a sistemas de pagamento em países como a Índia e na União Europeia, e que empresas americanas como o Google utilizam o sistema.

O governo reforça que não há discriminação contra fornecedores de serviços de pagamento digital dos EUA e que as políticas brasileiras não afetam a competitividade das empresas americanas.

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