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Vanguarda, inclusão e usado até pelo Google: como Brasil defende Pix em investigação comercial dos EUA

Brasil defende suas políticas comerciais e rebate acusações de práticas desleais feitas pelos EUA. O governo afirma que o sistema de pagamentos Pix é uma conquista de inclusão financeira e está alinhado com as melhores práticas internacionais.

Governo brasileiro respondeu, em 18/08, a uma investigação comercial dos EUA, iniciada em julho pela gestão Trump, afirmando que as acusações são "improcedentes".

Ministério das Relações Exteriores defendeu que políticas brasileiras são "transparentes" e em conformidade com as normas da OMC.

A investigação dos EUA envolve práticas comerciais "desleais", tarifas, proteção à propriedade intelectual e desmatamento no Brasil, como parte de medidas contra o país.

A resposta do Brasil foi uma carta de 91 páginas, endereçada ao embaixador de comércio dos EUA, Jamieson Greer. O ministro Mauro Vieira assina o documento, que rejeita veementemente as alegações de práticas prejudiciais ao comércio.

O Brasil defende o Pix, sistema de pagamentos, como fundamental para a inclusão financeira. O governo destaca que qualquer empresa deve ter autorização do Banco Central para operar no Brasil.

O Pix é descrito como uma iniciativa de modernização financeira que reduziu a dependência de bancos tradicionais. O acesso bancário na Região Norte é agora de 72,3%.

A defesa menciona que o Pix está alinhado a tendências globais, com outros países também criando sistemas similares. Cita reconhecimentos de empresas americanas e do FMI.

O governo ressalta que empresas como o Google utilizam o Pix, sendo o maior iniciador de pagamentos, realizando 1,5 milhão de transações em um mês.

A carta conclui que o Brasil não discrimina serviços de pagamento estrangeiros, com nenhuma restrição às operações de empresas americanas e abertura para plataformas digitais oferecerem serviços.

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