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Venezuela convida petroleiras a manterem operações, apesar do fim de licenças dos EUA

Maduro assegura que empresas petrolíferas podem continuar operando na Venezuela apesar das sanções dos EUA. O governo venezuelano destaca a normalização da produção de petróleo e gás, buscando garantir operações conjuntas com parceiros internacionais.

Governo de Nicolás Maduro convida empresas petroleiras estrangeiras a manter operações na Venezuela, apesar da revogação de licenças pelos EUA.

A vice-presidente Delcy Rodríguez destacou que as empresas sem licença de governos estrangeiros estão em pleno funcionamento. Aqueles com licenças dos EUA são “bem-vindos” a continuar operações.

Produção de petróleo no país está “normalizada” e alinhada com o plano de aumento de produção. A PDVSA também mantém produção de gás para abastecimento interno e projetos de exportação.

Essa declaração é a segunda após a decisão de Donald Trump de revogar permissões de exportação de petróleo para diversas empresas, como Repsol, Global Oil Terminals e Eni.

A vice-presidente mencionou a “comunicação fluida” com as empresas de petróleo e gás, garantindo que o governo cumprirá os acordos e manterá operações conjuntas.

Empresas já haviam suspendido importações de petróleo venezuelano após a tarifa de 25% imposta por Trump. Repsol e Reliance pediram autorização para operar e evitar sanções.

A prazo para as empresas liquidarem operações na Venezuela é até final de maio, o que pode fortalecer a campanha de isolamento do governo Maduro.

CEO da Repsol, Josu Jon Imaz, afirmou que a empresa tem uma “relação direta” com o governo dos EUA e está analisando como continuar operando na Venezuela.

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