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Venezuela e Brasil pedem fim 'imediato' de 'agressões' dos EUA, diz chanceler venezuelano

Chanceleres da Venezuela e do Brasil ressaltam a necessidade de agir contra as ameaças militares dos EUA na região. A conversa abordou as sanções econômicas e as tensões recentes que afetam ambos os países.

Venezuela e Brasil pedem o fim "imediato" das "agressões" dos Estados Unidos contra a América Latina e o Caribe. A afirmação foi feita pelo chanceler venezuelano, Yván Gil, após conversa com o chefe do Itamaraty, Mauro Vieira.

Gil destacou a presença de navios militares e um submarino nuclear dos EUA na região, considerando isso uma "ameaça nunca antes vista" e uma violação da zona de paz da Celac e do Tratado de Tlatelolco.

Ele reforçou a necessidade de parar imediatamente essas agressões. Enquanto isso, Vieira relatou a situação do Brasil diante de sanções e tarifas políticas, impostas pelo governo Trump, que afetam produtos brasileiros desde o dia 6.

Essas tarifas foram vistas como retaliatórias em resposta a uma "caça às bruxas" contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, que enfrentará julgamento em setembro relacionado a uma suposta tentativa de golpe de Estado.

Gil criticou os EUA por essa forma de agressão, que não promove a paz. Além disso, as tensões entre Caracas e Washington aumentaram, com os EUA preparando-se para agir contra o tráfico de drogas na região. O governo Trump também aumentou a recompensa para capturar Nicolás Maduro para US$ 50 milhões, acusando-o de violar leis narcóticas dos EUA.

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