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XP passa a recomendar que todo investidor aplique 15% do patrimônio direto no exterior

XP estabelece alocação mínima de 15% em investimentos no exterior para todos os perfis de investidores. Essa estratégia visa proteger contra riscos estruturais no Brasil e a inflação local, estimulando diversificação e segurança financeira.

XP recomenda investimento no exterior: Pela primeira vez, a XP instituiu um percentual mínimo de 15% do patrimônio financeiro para alocação internacional.

Desse total:

  • 55% em renda fixa (42% em títulos públicos, 13% em títulos corporativos)
  • 40% em renda variável (60% no mercado de ações americano)
  • 5,5% em investimentos alternativos
  • 2% em fundos com liquidez imediata

Indicação para todos os perfis: Mesmo investidores conservadores devem seguir a recomendação, visto que a proteção do dólar pode ser vantajosa. Sgavioli destaca que a correlação negativa entre a moeda e os investimentos no Brasil é um fator benéfico.

Ele alerta que investir apenas no Brasil limita a exposição a 2% do total global e é arriscado em um cenário de altas e baixas constantes.

Sobre o mercado americano: Sgavioli não vê problema no momento atual, mesmo diante de potenciais correções. Ele compara a situação atual com a bolha nos anos 2000 e acredita na relevância futura da bolsa americana.

Investir com cautela: Aconselha investir aos poucos no exterior, garantindo uma cotação melhor.

Refutação de mitos: Sgavioli nega que seja preciso ter patrimônio ou realizar viagens internacionais para investir no exterior. Ele reforça que a proteção contra a inflação e a mitigação do risco-Brasil justificam a alocação mínima de 15%.

A XP continuará recomendando a alocação de parte da carteira brasileira em produtos internacionais, mas estes serão em reais, evitando a comparação com o CDI.

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