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Yale e Harvard removem funcionários e reitora de Columbia se demite após pressão de Trump

Yale e Harvard demitem funcionários em meio a aumento da pressão do governo dos EUA para combater o antissemitismo. A reitora da Universidade de Columbia também deixa o cargo após acordos controversos para garantir financiamento federal.

Yale e Harvard demitem funcionários em resposta à pressão do governo Trump para combater o antissemitismo nos campi, sob risco de perder financiamento federal.

No caso de Yale, a acadêmica Helyeh Doutaghi foi demitida após recusar cooperar em uma investigação sobre seus laços com um grupo considerado sujeito a sanções. Ela denunciou a demissão como “retaliação contra a solidariedade palestina”.

Harvard segue a mesma linha, com a saída dos professores Cemal Kafadar e Rosie Bsheer do Centro de Estudos do Oriente Médio, após críticas sobre a programação do centro, tida como antissemita.

O governo federal ameaça reter financiamentos, agravando a preocupação entre universidades sobre a liberdade de expressão versus as críticas a Israel.

A reitora interina da Universidade de Columbia, Katrina Armstrong, também deixou o cargo após a instituição modificar políticas para restaurar US$ 400 milhões em verbas federais, seguindo pressão da Força-Tarefa Conjunta de Combate ao Antissemitismo.

A saída de Armstrong se deu após revelações que causaram confusão em uma reunião que minimizava as preocupações do acordo com o governo.

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