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Zelenski acusa Rússia de ter cometido mais de 183 mil crimes de guerra na Ucrânia

Zelenski destaca a necessidade de justiça internacional para responsabilizar a Rússia e proteger a Europa de ameaças futuras. O presidente ucraniano pede pressão e sanções para evitar a proliferação de crimes de guerra.

Presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, pede punições à Rússia por mais de 183 mil crimes de guerra documentados desde a invasão em 2022. Ele afirmou que a justiça é necessária para evitar a proliferação do mal.

Zelenski fez os comentários durante uma cúpula em Bucha, perto de Kiev, onde tropas russas foram acusadas de atrocidades, como execuções, estupros e tortura.

A Rússia não comentou as acusações, mas já negou envolvimento em crimes de guerra e afirmou que o Ocidente ignora abusos cometidos pela Ucrânia, o que foi negado por Kiev.

O presidente ucraniano destacou que a contagem de mais de 183 mil crimes documentados não inclui a maior parte do território atualmente ocupado pela Rússia. Ele enfatizou a necessidade de uma lei internacional eficaz para proteger a sociedade europeia.

Zelenski declarou: “A justiça deve ser feita para evitar que o mal se prolifere” e reafirmou a necessidade de sanções contra a Rússia para prevenir a expansão da guerra.

A maioria dos casos de crimes de guerra está sendo investigada pela Ucrânia e julgada localmente. O Tribunal Penal Internacional (TPI) em Haia também investiga eventos da guerra, mas os EUA e a Rússia não reconhecem sua jurisdição.

O presidente dos EUA, Donald Trump, implementou sanções contra o TPI, complicando esforços para responsabilizar a Rússia. Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia expressou otimismo cauteloso sobre a força das sanções do TPI nas investigações.

Em março de 2023, o TPI emitiu um mandado de prisão para o presidente russo, Vladimir Putin, por suposta deportação ilegal de crianças ucranianas, uma medida que Moscou considera sem fundamento jurídico.

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