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Zema critica “modismo internacional” do carro elétrico

Zema defende o etanol como uma opção mais viável que os carros elétricos, destacando emprego e custo. O aumento nas vendas de veículos elétricos no Brasil contrasta com os argumentos do governador sobre a produção local.

Governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) criticou a adesão do Brasil ao "modismo internacional" dos carros elétricos durante evento do setor sucroenergético, afirmando que o etanol é uma alternativa viável.

Zema defendeu que: “o carro a etanol é mais barato, fácil de manter e gera emprego no Brasil”, ressaltando sua importância no Cana Summit, em Brasília.

A venda de carros elétricos no Brasil cresceu 89% em 2024, com 177.358 veículos emplacados. Dados da ABVE mostram que os veículos elétricos plug-in representaram 71% das vendas.

São Paulo liderou as vendas, seguido por Distrito Federal, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina.

No contexto comercial internacional, o governo dos EUA, sob a liderança de Donald Trump, iniciou a cobrança de tarifas recíprocas. Trump chamou esta data de “Liberation Day”.

A administração americana cita o etanol brasileiro como exemplo de “cobrança tarifária desproporcional”, com tarifa de 2,5% sobre etanol brasileiro, contra 18% do Brasil sobre exportações americanas. O governo brasileiro argumenta que o superavit dos EUA com o Brasil deve garantir isenção das tarifas.

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